quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nossa justiça: mãe e madrasta

Comentário divulgado no Portal Uol nesta quinta-feira demonstra, uma vez mais, o quanto nossa justiça(?) é, no mínimo, incoerente.

O ex-banqueiro Salvatore Cacciola não tem motivos para se preocupar com a justiça(?) brasileira, pois esta, como afirmou Lucia Hippolito, colunista do Uol, tem sido uma verdadeira mãe para ele.

Uma mãe que faz cafuné, que protege o filho quando este encontra-se em perigo, que o defende em toda e qualquer circunstância, mesmo sabendo que foi ele mesmo quem chutou a bola contra a vidraça do vizinho. Não adiantam as evidências, as provas são inúteis, pois o instinto maternal é mais forte.

É assim que nossa justiça(?) tem tratado seus mais queridos filhos.

Perdoem-me a grosseria na comparação, mas são tantos os sobrenomes desses filhos malditos, que nossa justiça(?) mais parece uma meretriz, que se vende por qualquer trocado, que sai mundo afora fazendo filhos a torto e a direito. Bem, pelo menos ela não deixa os seus ao relento: trata-os com carinho, deixa seu colo sempre disponível, ouve e atende a todos com zelo e amor.

Como dever ser gostoso ser filho dessa nossa justiça(?)... Sim, só posso imaginar que deve ser extremamente prazeroso ser um dos seus escolhidos, pois, assim como a imensa maioria dos brasileiros, não faço parte desse seleto grupo. Em nosso caso, caros amigos, a justiça(?) nada mais é que uma madrasta infeliz, cujo exemplar mais recente é a tão falada Ana Carolina Jatobá, madrasta da Isabella Nardoni.

Cuidado! Nossa madrasta pode, a qualquer momento, nos sufocar até a morte... E não se preocupem, se o sufocamento não for suficiente, sempre haverá um apartamento no 6º andar de um prédio...

Deus nos salve da justiça(?) brasileira!

Um comentário:

Walisson de Oliveira disse...
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